Data e Hora

Araras - Ano 1 - 2010 -

sexta-feira, 29 de outubro de 2010


ÚLTIMA MORADA

Ontem falei “pelos mortos”e hoje falo sobre cemitério, com as seguintes sugestões ao poder público, viável por meio de consórcio intermunicipal: 1)-construção de um crematório que, além de cadáveres, cremaria, também, os ossos acumulados nas sepulturas e nos pequenos e múltiplos ossários já existentes. Assim, muitos espaços abrir-se-iam para novos sepultamentos, o que afastaria a necessidade de constantes e onerosas expansões do cemitério. Acrescente-se a dificuldade, ou até mesmo a impossibilidade, para se encontrar terreno em área urbana, cujos valores são altíssimos. Além dos  consorciados, outros municípios também poderiam ser atendidos mediante  pagamento de taxa.  Enquanto isso, poder-se-ia construir um espaçoso ossário, onde seriam armazenados os ossos removidos das sepulturas para serem cremados de uma só vez; 2)- via internet, criar um sistema informativo diário sobre quem está sendo velado, bem como horário do sepultamento e indicações   a respeito de todas as sepulturas, com nomes de seus ocupantes e localizações. 3)- estender a iluminação no interior do cemitério de modo a permitir sepultamentos também à noite, caso haja interesse por parte da família do morto, isso dentro de horário determinado. Assim, aumentar-se-ia a possibilidade para muitas pessoas – parentes e amigos – de presenciarem as derradeiras cerimônias funerais e de poderem acompanhar o cortejo fúnebre do amigo falecido até sua última morada, além do conforto que as famílias enlutadas receberiam, representado por essas presenças em maior número ..Creio que tais sugestões possam interessar a muitos municípios, com os mesmos problemas.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

PELOS MORTOS

Dois de novembro, dia de finados, quando a igreja reza pelos mortos. É data em que as pessoas colocam  flores e velas sobre o túmulo de seus familiares. Quando essa reverência se manifesta pelo sentimento de saudade, então vale. Porém, se o procedimento é tido como obrigação, só para cumprir um dever tradicional, então ...É como “ tenho que ir à missa”, diferente de “ quero ir à missa”.Mesmo assim, é bom; é a lembrança de alguém falecido. Muitos não seguem essa tradição; acham que suas velas são representadas por um comportamento tanto quanto possível correto, segundo os princípios da moral, de modo a honrar o nome que seus antepassados deixaram, se deixaram, ou pelo menos não desonrá-lo. Pelos mortos, cada qual a seu modo.    

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Apresentação

Há tempo aposentado, já anoso, para não ficar na ociosidade e em acatamento a sugestões de alguns amigos, resolvi fazer o que me distrai e o que me serve de exercício mental, para não travar de vez. Daí só vai pegar no tranco (se é que vai). Minha primeira neta, querida afilhada Suzana, também me animou e foi quem criou este meu blog. Bastante entendida, embora sua área profissional seja advocacia. Nem concluiu o curso e já, de primeira, passou nas provas da OAB. Anita, minha esposa, e  minha filha Veridiana, que sabem mais do que eu lidar com o complicado computador, ajudaram-me a entendê-lo, embora economizando paciência.Aqui pretendo escrever sobre variados assuntos: notícia, educação, cultura, saúde, política, língua portuguesa (vou abordar muito o português; quero aprender),   religião, justiça, segurança e outros. Questionarei alguns, sempre com o intuito de informar, sobretudo o de aprender, de obter esclarecimentos sobre questões para mim confusas. É o propósito.