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Araras - Ano 1 - 2010 -

terça-feira, 4 de outubro de 2011

CEMITÉRIO

Dias atrás conversei com o Max Marcuci, um dos diretores do cemitério municipal. Ele mostrou os melhoramentos realizados na sua área de atuação. E com muita economia nos gastos. Está “maximizando” o zelo pela coisa pública. Por esse contato fiquei sabendo que o cemitério tem mais ou menos 15 mil sepulturas, onde já foram sepultadas mais de 70 mil pessoas. O problema atual é a falta de sepulturas e de terreno contínuo para a ampliação da área. Segundo o Max, está em estudo a desapropriação de imóvel para tal fim. Enquanto isso não acontece, a prefeitura vem vendendo sepulturas abandonadas há muitos anos, sem qualquer identificação. A venda só é feita para sepultamento imediato e o preço é de 1500 reais, à vista. Em levantamento feito há meses, foram catalogadas mais de 300 sepulturas nesse estado de total abandono. Para a família que não tem plano funerário, a administração do cemitério também possui estrutura para esse serviço, incluindo fornecimento de urnas. Tem caixão desde 300 e poucos, até 1500 reais, Estes mais caros são luxuosos e atraentes (credo!) .O velório também já ficou pequeno; há ocasiões que não dá para atender a “demanda”. A população cresce e, proporcionalmente, crescem, também, os óbitos. Outra coisa: há, ainda, os ossários embutidos nos muros do cemitério. Cada unidade é alugada por cento e poucos reais pelo prazo de 5 anos. Às vezes uma sepultura está lotada e precisa de espaço para novo sepultamento, então, os ossos ali existentes podem ser removidos e colocá-los num desses ossários. Porém, os ossos só podem ser retirados depois de 3 anos do sepultamento..

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